domingo, 15 de junho de 2008

As Crônicas de Nárnia- E o Príncipe Caspian



As Crônicas de Nárnia- E o Príncipe Caspian

Estrelando: Liam Neeson, Warwick Davis, Ben Barnes, Peter Dinklage, William Moseley, Anna Popplewell, Georgie Henley, Skandar Keynes, Shane Rangi, Sergio Castellitto.
Dirigido por: Andrew Adamson
Gênero: Aventura
Tempo: 2:30 min

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=xuh3Y4quoGY&feature=related

Para quem viu o filme fica surpreso com a grande evolução que teve com relação ao primeiro, na qual foi o terceiro filme de maior bilheteira de 2005.Dessa vez os irmãos Pevensie voltam mais maduros, para salvarem Nárnia dos Telmarinos, na qual irão passar por mais dificuldades. Com Mais batalhas, mais enredo, mais efeitos especiais,"Crônicas de Nárnia 2" vem conquistando multidões. No Filme se encontra diversos pontos em comum com a trilogia dos Senhor dos Anéis, apenas uma pouco mais adaptado para o publico infantil. O que deixa a desejar e mais uma vez, foi não seguir a sequência da trilogia do livro, que são ao todo 7, sendo que o diretor Andrew Adamson produziu um filme na qual 2 dos seus protagonistas não estarão mais nos próximos filmes, se tivesse seguido a esquecia, o terceiro filme Pedro e Susana não estariam fora, tirando isso, o filme foi mais uma das grandes produções da Disney. Com uma otima trilha sonora, mais uma das suas grandes qualidades. Não podemos esquecer da grande criatividade em relação as armadilhas armadas pelos Narnianos, a batalha individual de Pedro contra Miraz, e as belas flechadas de Susane. Quem não aparece tanto quanto no primeiro foi Lucy(interpretada por Georgie Henley ), mais o filme compensa pela grande atuação do novato Ben Barnes, que faz o proprio Príncipe Caspian . Com um cenário que parece bastante real mais uma vez Andrew Adamson conquistou mais ainda os fãs de "As Crônicas de Nárnia" e o publico em geral, pela bela adaptação dos livros de C.S. Lewis.

Lorena.

Nota: 9/10



Seja novamente bem-vindo à Nárnia,aquela cidade que podemos entrar pelo guarda-roupas,agora podemos pegar
a passagem dentro de um metrô.Muito tempo passou em Nárnia,mais nem tanto para os nossos heróis do primeiro filme,
um ano fora de Nárnia,mil anos lá dentro.Nossa querida cidade muito diferente neste filme.
Cronicas de Nárnia e o Principe Caspian,fantástico na minha opinião,
Tão bom quanto o primeiro,o filme nos leva a um lugar fantasioso,encantando adultos e crianças.
O Filme nos deixa facinado com seus efeitos especias e estorias fantasiosas.
Não adianta irmos ao cinema esperando algo realístico,pois como repetidamente mostrado,
Nárnia e uma cidade fantasiosa.Leões podem falar,crianças podem lutar.O Filme nos mostra uma lição,em que tudo e possível.
Uma aventura fantástica mostrando traição,fidelidade,amizade.O filme nos surpreende muito com seu final,o que pode deixar
alguns fãns da serie ligeiramente chateados.A trilha sonora do filme nos surprende,principalmente
música com a qual terminam o filme.O filme então,não me desapontou,uma vez que normalmente os primeiros filmes são os melhores,
mais não em Nárnia.Este é com certeza mais um fantástico filme da Disney.

Lucas

Nota:9/10


A falta de originalidade é problema crônico, mas recente nas produções americanas. Os grandes estúdios, num fenômeno moderno, parecem preferir investir em modelos prontos, histórias consolidadas como a adaptação de livros ou séries de televisão. Eles, segundo a lógica do capitalismo, não estão errados. A pirataria contribui de maneira eficaz para reduzir o público que vai a uma sala de cinema, e assim, os produtores, sentem-se mais seguros em copiar modelos de histórias que já conquistaram a opinião popular, e estão sendo recompensados financeiramente. Prova disso é que no ano de 2007, oito das vinte maiores bilheterias pertenceram a seqüências (Shrek Terceiro, Spiderman 3, entre outros). O maior problema desse panorama não é a falta de originalidade, mas a falta de criatividade que a acompanha, e que é responsável pelo decréscimo de qualidade proporcional ao número de seqüências.
O livro Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis, considerado um clássico infantil entre os críticos americanos, foi adaptado para o cinema seguindo a linha de raciocínio capitalista dos estúdios citada acima. O primeiro, e fraco, Crônicas de Nárnia – O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa; Se não era um primor em matéria de conteúdo, estava acima de seus similares infantis. Seu sucessor, Crônicas de Nárnia e o Príncipe Caspian, não consegue repetir a fórmula do primeiro.
Um ano separa o primeiro do segundo filme, os quatro irmãos esperavam poder voltar à Nárnia, e isso acontece por meio de um metrô. Porém, quando chegam ao mundo imaginário, encontram uma Nárnia completamente diferente (em Nárnia passaram-se mil anos), dominada pelos tiranos Telmarianos. Nesse contexto, os heróis da aventura devem unir-se à um príncipe telmariano perseguido por seu tio, que deseja o trono da região, e formar um exército, com o objetivo de libertar Nárnia, que agora não passa de um exilo na floresta.
Além dos conflitos externos contra os telmarianos, os jovens têm de controlar suas próprias divergências, o que fica muito claro quando Caspian e Peter discutem por ter opiniões diferentes sobre a guerra. A velha fórmula de: no final tudo se acerta, está presente no filme, até como conseqüência da história contada no livro. Os aspectos mais decepcionantes, além do roteiro “sem sal”, são os personagens e seus personas (os atores). Os personagens, assim como no primeiro, são vagos e superficiais, sem nenhum objetivo claro, vivendo num mundo de fantasia e em função dele, até mesmo quando se encontram no mundo real. Essas características aproximariam os personagens de alguns adolescentes e jovens, porém, a completa previsibilidade das ações dos primeiros impede qualquer tipo de identificação. O elenco jovem é péssimo, um dos piores já escolhidos incluindo o estreante Ben Barnes, que interpreta o personagem título, e é agravado pela falta da atriz que roubava a cena no primeiro filme da série, Tilda Swinton (como a Bruxa).
Enfim, Crônicas de Nárnia e o Príncipe Caspian é um daqueles filmes visualmente interessantes, que encantam mais por sua beleza fotográfica e pela magnitude de suas batalhas, do que pela história contada.

Nota: 4/10

Ladeira

sábado, 14 de junho de 2008

Fim dos tempos


Fim dos Tempos

Gênero: Drama
Tempo: 96 min
Estrelando:Mark Wahlberg, Zooey Deschanel, John Leguizamo, Spencer Breslin, Betty Buckley, Tony Devon, Victoria Clark, Jeremy Strong, Frank Collison, Stéphane Debac, Ashlyn Sanchez, Robert Bailey Jr., Edward James Hyland, Susan Moses.
Dirigido por:M. Night Shyamalan




Bem, o filme é muito fraco, bem razoável, muito fora da realidade, sem objetivo e lógica, sem esquecermos a diversas coisas que ficam sem explicação, subentendidos. Até quem são fãs de Filmes de Ficção Cientifica irá ficar completamente perdido e indignado com um péssimo final. É incrível como são as coisas, os anos vão passando e parece que os filmes dirigidos pelo incrível Shyamalan vão só piorando, é simples e só compararmos com o Sexto Sentido, filme brilhante, o primeiro dirigido por Shyamalan. Filme mais parece cômico do que dramático, com aqueles sustos já previstos por todos. Para completar não explica bem o motivos que estava levando a morte das pessoas. Em relação aos efeitos especiais, nada d+ bem básicos! Quem vê o trailer, tem outra visão do filme.

Lorena.

Nota: 3/10
A ação do homem sobre a natureza, e suas consequências, ganhou espaço nas últimas décadas em Hollywood. Obras como "Uma Verdade Inconveniente" geram impactos sociais por sua relevância e seus padrões de análise científica. É triste notar assim, que o mais novo filme de M. Night Shyamalan ("Fim dos Tempos") não passe de uma especulação pífia e sem bases científicas sobre a reação da natureza diante da ação antrópica. O questionamento apresentado pelo filme é válido em tempos de destruição ambiental, mas o desenvolvimento da história não é dos mais tradicionais, pelo contrário, o "inventismo" do filme relega sua condição de ficção científica à eventos catastróficos improváveis . Pela história criada pelo diretor indiano, plantas liberariam uma toxina que levariam os homens ao suícidio (algumas cenas apresentam violência gráfica exagerada, e talvez por isso apenas maiores de 16 anos possam assistir), porém há uma confusão extrema de quando e o que leva os vegetais a liberarem essa toxina. Diante disso, o personagem de Mark Whaldberg, tem que garantir a sobrevivência de sua namorada e da filha de um amigo. O próprio Whaldberg parece não acreditar no que vê, e sua atuação deixa a desejar, muito por responsabilidade do roteiro que é repleto de frases prontas e de romantismos pré-catástrofe. Acredito que esse possa ser o início declarado do fim dos tempos da carreira do sr. Shyamalan, que não foi capaz de produzir uma obra à altura de seu trabalho de estréia, "O Sexto Sentido".
Ladeira.
Nota: 2/10


Mais uma obra de Shyamalan,que por sinal decepcionou muito de seus fãns,onde me incluo .O filme possui um roteiro extremamente fraco e que não chega a lugar nenhum.Completamente sem emoção,o filme nós deixa com vontade de parar de assistir no meio. Com um trailer excelente,Shyamalan nos deixa com imensa vontade de assisti-lo, e então quando assistimos saimos completamente com raiva de tamanha perda de tempo.Com uma sucessão de imagens que pareciam ter o objetivo de choque, o filme , que se inclue na categoria terror,nos faz rir de muitas das cenas,parecendo até filme de comédia.Além do mais,o filme não explica uma sucessão de acontecimentos,e quando esperamos um final à altura de M.Night Shyamalan(baseando exclusivamente em o sexto sentido),o filme termina sem explicar,inclusive o enredo do filme.Como dito pelo Ladeira,creio que este é mais uma das obras que se inclui no "fim dos tempos de Shyamalan"...Principalmente pelo fato de percebermos uma decadência de seus filmes após "o sexto sentido",passando por "Sinais" e "A Vila",outros filmes que na minha opinião decepicionou à quem esperou um filme a altura de "O sexto sentido".
Lucas
Nota:2/10